"> A CARTA - Professor Chico  - Conexão Três Pontas

Vai começar um dos melhores carnavais do Sul de Minas

Enquanto muitas cidades cancelaram a folia, Três Pontas resgatará a tradição dos melhores carnavais de sua história. O trabalho em conjunto, as parcerias que acontecem, sempre resultam em mais qualidade e também no maior volume daquilo que se oferece ou se propõe. E essa força motivada pela união que envolve o movimento CarnavalizaTP, Prefeitura Municipal, Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, comerciantes, empresários e a população como um todo, trará para a avenida um dos maiores carnavais dos últimos anos em Três Pontas, rememorando os tempos áureos da folia

Dicas de segurança para o Carnaval de rua 2020

Evento é campeão de furtos e outros crimes. Fique atento (a)! Para curtir o Carnaval de rua, é necessário estar atento. Por isso, a Polícia Militar elencou atitudes que podem ajudar o folião a curtir sem preocupação. A orientação mais importante é manter a descrição para se divertir sossegado. “A dica mais importante é ficar leve e levar apenas o essencial. Carnaval a gente sabe como é, a gente pula, a gente agita e é interessante que tudo que a gente levar esteja sempre no bolso da frente, em um bolso fechado ou pochete, por exemplo”, explica o Tenente-Coronel Dhiogo

O casal da Praça da Matriz – Professor Chico

Certa vez, após um longo dia de trabalho, caminhava eu tranquilamente pela Praça da Matriz para relaxar. Era um fim de tarde de clima ameno. Os pássaros, naquele alvoroço vespertino que lhes é peculiar, buscavam se aninhar nas árvores. As pessoas iam e vinham ora a passos apressados, ora a passos lentos como os meus naquela tarde. “Mil e um carros” contornavam a praça tentando ir para casa ou perdidos na aventura de tentar estacionar. Foi quando olhei para o lado e notei um casal sentado num banco. A cena me prendeu totalmente a atenção por alguns segundos. Era inacreditável

QUANDO CHEGA O MOMENTO DE DEIXAR IR – Moísa Araújo

Quando estamos nos relacionando com alguém que amamos, existe em nós algo que nos faz querer aquela pessoa todos os dias e horas do nosso lado, e quando essa pessoa já não corresponde mais as nossas expectativas, algo começa a ficar difícil de aceitar. Quando passamos pelo término de um relacionamento, é como se perdêssemos o chão, principalmente quando o amor era maior da parte que foi abandonada. Existe diferentes tipos de términos, mas o que acredito ser o mais doloroso é aquele em que você se sente rejeitada, e você fica o tempo todo procurando defeitos em você mesma,

Violência Psicológica Contra a Mulher é Crime de Lesão Corporal – Gabriel Ferreira

O que? Mas como assim? Agressão psicológica contra a mulher no âmbito da violência doméstica e familiar é crime de lesão corporal? Sim, é o que passaremos a tratar nesse texto, sendo esse um tema debatido, porém novo na aplicação nos juizados que cuidam da violência contra a mulher. O que será tratado aqui é que o dano psíquico é capaz de gerar lesão corporal na mulher vítima de violência doméstica, sendo este um fato impeditivo até para que as mulheres vítimas abandonem essa relação conflituosa. Dessa forma, entendendo o Juiz que aquele que causa agressão psicológica à companheira, ou

Historiador Paulo Costa completa hoje 95 anos de vida e Conexão reexibe seu “Histórias de Vida”

PAULO COSTA E ELZA COMPLETARAM 68 ANOS DE CASADOS. O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, reexibindo o quadro em virtude do aniversário de 95 anos, contando um pouco da história do querido Paulo Costa Campos, popularmente chamado de “Paulo Costa”. Paulo Costa Campos é natural de Três Pontas. Nasceu em 17 de fevereiro de

DE QUE PECADO VOCÊ SE ARREPENDE? – Nilson Lattari

Com certeza, escarafunchando sua memória, lá dentro, guardado em uma gaveta empoeirada você tem um pecado. Possivelmente um segredo que somente você sabe, ou então um segredo compartilhado a dois, porque de três, dizia minha avó, o diabo fez. Ele deixa você triste, meio por baixo? Ele sujou de tinta a sua carne, marcou na sua pele algo que lhe dá um frio na barriga, um medo que ele desencarne, suba no muro, vá para o campanário da igreja, e grite para todo mundo, e o dedo acusatório de um crime, de uma desonra, penda sobre você, e você chore,

Nietzsche, para além de tudo… – Gabriel Delfino

Aos 16 anos tive meu primeiro contato com a filosofia de Friedrich Nietzsche, me impressionou como uma perspectiva que à princípio parece ser tão materialista, transcende a concepções materialistas tradicionais, metafísicas, e até mesmo com o niilismo trazendo uma nova visão sobre o homem e sobre o mundo, fazendo companhia junto à Schopenhauer com o que alguns vieram a chamar de “metafísica ateísta”. Após a leitura de Origem da Tragédia, Crepúsculo dos Ídolos, Além do Bem e do Mal, Assim Falava Zaratrusta e um pequeno livreto com a biografia de Nietzsche em HQ de Onfray Leroy fui acometido por insights

AQUILO QUE A VIDA NÃO ME DEU – JUAREZ  ALVARENGA

Nascemos para torna-se verídico nossas mais claras realizações. Mas, no confronto com a vida, não há vitorias absolutas e nem derrotas definitivas. Neste processo de luta animal são naturais algumas escoriações da alma, o que não é verdadeiro, são as cicatrizes atrozes corroendo nosso mais profundo intimo. Vendo as volúpias das águas do mar, em atividade, criando uma correnteza desproporcional a qualquer força humana, levando sem dó nossos sonhos, os mais preciosos, para as profundezas escuras, tentando nos tirar de nós nossas rédeas do destino como a tempestade tropical derruba os frágeis barracos no morro carioca deixando Deus com escudo

Bombeiros encontram corpo de menino desaparecido em Juatuba

Foram mais de 50 horas de buscas desde o sumiço de Eduardo. Nesta manhã, quando os bombeiros estavam a caminho do local para retomar os trabalhos, um morador viu o corpo de uma criança boiando em uma lagoa O desaparecimento do pequeno Eduardo Ferreira de Oliveira, de 2 anos, terminou de forma trágica. Após quase 50 horas de buscas, o Corpo de Bombeiros confirmou o encontro do corpo da criança em um lago no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Dudu, como também era chamado, sumiu na manhã da última quarta-feira. Ele tinha sido visto pela última vez brincando no quintal

Novos ares para Sofia: Prefeitura entrega aparelho de oxigênio portátil à jovem trespontana

Sofia Inácio Cogo, de 24 anos, sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta pulmões e pâncreas. Ela depende de um aparelho de oxigênio no seu dia-a-dia. E sem recursos para comprar uma aparelho portátil, iniciou uma vaquinha online para arrecadar 15 mil reais para a compra. O Conexão entrou na campanha e a Prefeitura resolveu ajudar. O chefe do Executivo, Marcelo Chaves, autorizou a compra para Sofia, através da Secretaria Municipal de Saúde. E hoje aconteceu a entrega que dará mais liberdade e independência a jovem Sofia. O Prefeito Marcelo Chaves e a Secretária de Saúde, Teresa Cristina

Moacyr 2 celebra 1 ano com Café da Manhã, Festa, Bolo, Sorteio de Brindes e de Vale Compras

O Moacyr Supermercado inaugurou sua segunda unidade, no bairro Catumbi, há exato 1 ano e para comemorar a data estará promovendo um dia de muitas ações e festa para seus clientes. O Conexão conta como será a programação. Logo às 8h30 haverá um delicioso café de manhã para os clientes. Às 16h terá o tradicional parabéns com bolo e refrigerante. Tudo de graça! Como se não bastasse, a direção também preparou a promoção Estoura Balão”, com vários prêmios e vales compras. Tudo isso e muito mais neste sábado, dia 15 de fevereiro. A sua nova unidade no bairro Catumbi, segundo

A CARTA – Professor Chico 

Sou fã de Legião Urbana. Renato Russo era um poeta em roupagem de cantor. Pode soar certo saudosismo de minha parte, mas é fato que não se faz mais música como antigamente. Entretanto, isso é tema para outro dia. Ainda assim, o que me traz hoje aqui é uma música de Renato Russo; uma das últimas levadas ao público num álbum póstumo de nome Presente, lançado em 2003. Nesse álbum, encontra-se um dueto de Renato Russo e Erasmo Carlos, “A Carta”. Ouvindo “A Carta”, comecei a divagar sobre esse ser totalmente estranho à geração Z, chamada, às vezes, sofisticadamente de “Millennials”. E a alcunha é mesmo sofisticada, pois tudo neles o é. Dizem que já nasceram com um Iphone no berço o que eu não duvido de que de fato o tenham. Não estou aqui, no entanto, para tecer diatribes à tecnologia moderna, uma vez que ela possivelmente nos traz muito mais conforto e bem-estar do que motivos para lamentos. Todavia, quem é ao menos um “oitentista” (nascidos na década de 80), como eu, sabe de tudo que o avanço tecnológico, “nunca antes visto na história deste mundo”, levou de roldão. Uma longa introdução que me leva de volta à Carta, à canção “A Carta” e às divagações e lembranças que ela me ensejou:

O ano era 2001 e eu estava no final da minha adolescência. Uma das minhas paixões à época era animês – desenhos animados japoneses. Meus amigos e eu nos reuníamos todas as tardes e contávamos as horas e os minutos para um novo episódio de Dragon Ball Z na Band. Comecei então, em meio à febre causada pela saga de Akira Toriyama, a colecionar as revistas em quadrinhos do desenho (os famosos mangás japoneses nos quais se lê de trás para frente!) e nelas havia uma seção de cartas à qual leitores escreviam falando de sua paixão por Dragon Ball Z e deixando seu contato para correspondência entre si . Foi aí que encontrei o contato de Hiroko. Hiroko era uma jovem paulista da cidade de Suzano e tão fã de animês e mangás quanto eu. De súbito, tomei de uma caneta e uma folha de papel, lhe escrevi uma carta e lhe enviei junto, como um mimo, um desenho que rabisquei do meu personagem favorito de Dragon Ball Z. Perguntei ao atendente dos Correios quanto tempo levaria para que a carta chegasse ao seu destino e ele me disse que seriam cerca de sete dias. Logo calculei que uma possível resposta de Hiroko levaria por volta de duas semanas. Entre a empolgação por um e outro episódio novo de Dragon Ball na TV, acabei não percebendo os dias se passarem e fui tomado de surpresa quando me chamaram ao portão e me entregaram uma carta. Hiroko havia respondido. Não pude conter a alegria e a satisfação por estabelecer contato com uma legítima fã nipônica do meu desenho predileto. O envelope por si só já era um prêmio à parte. Hiroko havia cuidadosamente traçado os rostos dos personagens mais famosos da animação japonesa por ele todo e, inclusive, escrito alguma coisa em japonês que até hoje não consegui decifrar. Quando abri o envelope da carta e fisguei seu conteúdo, fui levado do êxtase ao embaraço total. A garota paulista me havia enviado um desenho perfeito do meu personagem favorito, aquele mesmo, do qual eu lhe havia mandado alguns rabiscos na minha carta. Se comparado ao que eu, agora, segurava constrangido e admirava em estado de total perplexidade, o meu não passava de um apanhado de linhas disformes feitas por uma criancinha de colo que mal sabe segurar um lápis. Mas Hiroko não havia feito isso por mera ostentação. Ela era uma exímia artista. Já havia muitos anos que desenhava e escrevia quadrinhos japoneses por hobby. Imediatamente após ler sua carta por duas ou três vezes lhe redigi uma resposta e nos correspondemos, a partir daí, por quase três anos.

Cada espera entre uma carta e outra era repleta de ansiedade. Checar a caixa do correio quase todos os dias, redigir uma nova carta e abrir aquele envelope vindo de longe na expectativa do que ele continha e do que aquelas linhas traziam era uma aventura saborosa e romântica (no sentido literário do termo) não só para mim, mas também para muitas pessoas que utilizavam deste meio de comunicação, mas que hoje se perdeu na imensidão do tempo.

Quanto a mim, nunca encontrei Hiroko. Não era fácil viajar até São Paulo sendo ainda um simples estudante de Ensino Médio sem trabalho. Falamo-nos uma única vez por telefone – fixo! – diga-se de passagem; celulares mal existiam quase duas décadas atrás e Instagram muito menos, então, dela, só tenho uma foto que me enviou em uma de suas cartas e eu, como nunca fui muito fotogênico, apenas lhe enviei um três por quatro meu, de uma feita, para retribuir sua gentileza.

A última carta de Hiroko chegou em novembro de 2003. Nela, ela dizia, numa mistura de pesar e esperança, que voltaria ao Japão para trabalhar e que me enviaria seu novo contato assim que possível. Hiroko era uma sansei – neta de japoneses – e já havia morado no Japão por cinco anos. Isso explicava o fato de, às vezes, me escrever coisas em japonês que eu tinha de perguntar o que significavam e esperar ao menos duas semanas para descobrir do que se tratavam. Nunca mais voltamos a nos comunicar. Nem mesmo o Google me reencontrou a amiga japonesa, desenhista de mangá e fã incontestável de Dragon Ball quando, tempos atrás, procurei por ela. Hiroko, assim como as cartas, se perdeu no tempo…

É uma pena muito grande que a atual geração, tão moderna e de comunicação tão instantânea, mal saiba o que se sentia ao se comunicar com alguém que nos fosse querido/a por este meio chamado carta. Talvez houvesse alguma espécie de virtude na demora e na espera, o que a velocidade da comunicação dos tempos atuais impossibilita porque, sem dúvida, as relações do passado, mesmo aquelas à distância, eram muito mais sólidas e verdadeiras; por vezes, inesquecíveis, mesmo quando repentinamente tolhidas pelas circunstâncias e pela implacável ação do tempo…

ありがとうございます。Arigatô gozaimasu, Hiroko!

Professor Chico

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