"> AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari - Conexão Três Pontas

Historiador Paulo Costa completa hoje 95 anos de vida e Conexão reexibe seu “Histórias de Vida”

PAULO COSTA E ELZA COMPLETARAM 68 ANOS DE CASADOS. O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, reexibindo o quadro em virtude do aniversário de 95 anos, contando um pouco da história do querido Paulo Costa Campos, popularmente chamado de “Paulo Costa”. Paulo Costa Campos é natural de Três Pontas. Nasceu em 17 de fevereiro de

QUANDO CHEGA O MOMENTO DE DEIXAR IR – Moísa Araújo

Quando estamos nos relacionando com alguém que amamos, existe em nós algo que nos faz querer aquela pessoa todos os dias e horas do nosso lado, e quando essa pessoa já não corresponde mais as nossas expectativas, algo começa a ficar difícil de aceitar. Quando passamos pelo término de um relacionamento, é como se perdêssemos o chão, principalmente quando o amor era maior da parte que foi abandonada. Existe diferentes tipos de términos, mas o que acredito ser o mais doloroso é aquele em que você se sente rejeitada, e você fica o tempo todo procurando defeitos em você mesma,

O casal da Praça da Matriz – Professor Chico

Certa vez, após um longo dia de trabalho, caminhava eu tranquilamente pela Praça da Matriz para relaxar. Era um fim de tarde de clima ameno. Os pássaros, naquele alvoroço vespertino que lhes é peculiar, buscavam se aninhar nas árvores. As pessoas iam e vinham ora a passos apressados, ora a passos lentos como os meus naquela tarde. “Mil e um carros” contornavam a praça tentando ir para casa ou perdidos na aventura de tentar estacionar. Foi quando olhei para o lado e notei um casal sentado num banco. A cena me prendeu totalmente a atenção por alguns segundos. Era inacreditável

Nietzsche, para além de tudo… – Gabriel Delfino

Aos 16 anos tive meu primeiro contato com a filosofia de Friedrich Nietzsche, me impressionou como uma perspectiva que à princípio parece ser tão materialista, transcende a concepções materialistas tradicionais, metafísicas, e até mesmo com o niilismo trazendo uma nova visão sobre o homem e sobre o mundo, fazendo companhia junto à Schopenhauer com o que alguns vieram a chamar de “metafísica ateísta”. Após a leitura de Origem da Tragédia, Crepúsculo dos Ídolos, Além do Bem e do Mal, Assim Falava Zaratrusta e um pequeno livreto com a biografia de Nietzsche em HQ de Onfray Leroy fui acometido por insights

AQUILO QUE A VIDA NÃO ME DEU – JUAREZ  ALVARENGA

Nascemos para torna-se verídico nossas mais claras realizações. Mas, no confronto com a vida, não há vitorias absolutas e nem derrotas definitivas. Neste processo de luta animal são naturais algumas escoriações da alma, o que não é verdadeiro, são as cicatrizes atrozes corroendo nosso mais profundo intimo. Vendo as volúpias das águas do mar, em atividade, criando uma correnteza desproporcional a qualquer força humana, levando sem dó nossos sonhos, os mais preciosos, para as profundezas escuras, tentando nos tirar de nós nossas rédeas do destino como a tempestade tropical derruba os frágeis barracos no morro carioca deixando Deus com escudo

DE QUE PECADO VOCÊ SE ARREPENDE? – Nilson Lattari

Com certeza, escarafunchando sua memória, lá dentro, guardado em uma gaveta empoeirada você tem um pecado. Possivelmente um segredo que somente você sabe, ou então um segredo compartilhado a dois, porque de três, dizia minha avó, o diabo fez. Ele deixa você triste, meio por baixo? Ele sujou de tinta a sua carne, marcou na sua pele algo que lhe dá um frio na barriga, um medo que ele desencarne, suba no muro, vá para o campanário da igreja, e grite para todo mundo, e o dedo acusatório de um crime, de uma desonra, penda sobre você, e você chore,

Violência Psicológica Contra a Mulher é Crime de Lesão Corporal – Gabriel Ferreira

O que? Mas como assim? Agressão psicológica contra a mulher no âmbito da violência doméstica e familiar é crime de lesão corporal? Sim, é o que passaremos a tratar nesse texto, sendo esse um tema debatido, porém novo na aplicação nos juizados que cuidam da violência contra a mulher. O que será tratado aqui é que o dano psíquico é capaz de gerar lesão corporal na mulher vítima de violência doméstica, sendo este um fato impeditivo até para que as mulheres vítimas abandonem essa relação conflituosa. Dessa forma, entendendo o Juiz que aquele que causa agressão psicológica à companheira, ou

Bombeiros encontram corpo de menino desaparecido em Juatuba

Foram mais de 50 horas de buscas desde o sumiço de Eduardo. Nesta manhã, quando os bombeiros estavam a caminho do local para retomar os trabalhos, um morador viu o corpo de uma criança boiando em uma lagoa O desaparecimento do pequeno Eduardo Ferreira de Oliveira, de 2 anos, terminou de forma trágica. Após quase 50 horas de buscas, o Corpo de Bombeiros confirmou o encontro do corpo da criança em um lago no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Dudu, como também era chamado, sumiu na manhã da última quarta-feira. Ele tinha sido visto pela última vez brincando no quintal

Novos ares para Sofia: Prefeitura entrega aparelho de oxigênio portátil à jovem trespontana

Sofia Inácio Cogo, de 24 anos, sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta pulmões e pâncreas. Ela depende de um aparelho de oxigênio no seu dia-a-dia. E sem recursos para comprar uma aparelho portátil, iniciou uma vaquinha online para arrecadar 15 mil reais para a compra. O Conexão entrou na campanha e a Prefeitura resolveu ajudar. O chefe do Executivo, Marcelo Chaves, autorizou a compra para Sofia, através da Secretaria Municipal de Saúde. E hoje aconteceu a entrega que dará mais liberdade e independência a jovem Sofia. O Prefeito Marcelo Chaves e a Secretária de Saúde, Teresa Cristina

Moacyr 2 celebra 1 ano com Café da Manhã, Festa, Bolo, Sorteio de Brindes e de Vale Compras

O Moacyr Supermercado inaugurou sua segunda unidade, no bairro Catumbi, há exato 1 ano e para comemorar a data estará promovendo um dia de muitas ações e festa para seus clientes. O Conexão conta como será a programação. Logo às 8h30 haverá um delicioso café de manhã para os clientes. Às 16h terá o tradicional parabéns com bolo e refrigerante. Tudo de graça! Como se não bastasse, a direção também preparou a promoção Estoura Balão”, com vários prêmios e vales compras. Tudo isso e muito mais neste sábado, dia 15 de fevereiro. A sua nova unidade no bairro Catumbi, segundo

Café: Chuvas favorecem lavouras; preços têm leve aumento

O clima chuvoso tem favorecido as lavouras das principais regiões produtoras de café do Brasil, já que tem permitido um excelente enchimento dos grãos. Ainda que o volume de precipitação tenha sido bastante elevado em algumas praças, agentes consultados pelo Cepea ainda não relataram problemas significativos nas lavouras. O clima chuvoso também acelerou o desenvolvimento da temporada. Assim, muitos agentes já esperam que a colheita se inicie um pouco mais cedo frente ao ano passado – entre o final de março e o começo de abril para o robusta e entre o final de abril e o começo de maio

Histórias de Vida: “Oswaldo da Farmácia” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

Humilde e amigo de todos, Oswaldo é um exemplo de amor à profissão há cerca de 50 anos. O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido prático de farmácia Oswaldo Vieira Targino. Oswaldo Vieira Targino é filho de Alice Carolina Nascimento e Francisco

AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

O casal vinha caminhando pela calçada, parcamente iluminada pelas lojas de roupas na avenida chique, propícia ao passeio descontraído de quem olha para os manequins com ar de desprendimento, apontando os dedos como a procurar um assunto que justifique, mais ainda que o amor, a união de duas pessoas.

Não havia movimento na rua, apenas algumas pessoas também caminhavam despreocupadas, e o trânsito tinha poucos carros.

Eu me distraía olhando, como de hábito, o celular que não parava de apitar o whatsapp em uma conversa para lá de animada.

Meu olhar, quando se ergueu da pequena tela iluminada, a primeira coisa que viu foi um casalzinho caminhando. Vinham se embalançando, cada um empurrando levemente os corpos como a sentir a quentura, a maciez deles, nessa química que se constrói quando duas almas se sentem atraídas.

Tudo bem. O que me atraiu não foi a passagem de um casal, até porque, mesmo sendo politicamente correto, não pude deixar de notar que eram duas jovens que se abraçavam e às vezes trocavam beijos apaixonados, mas nada de exagero ou extravagante.

Ri. Ri aquele riso de quem ainda não se acostumou a vê-los assim, homossexuais assumidos a mostrarem pelas ruas a realidade dos seus sentimentos, outrora presos nas paredes de um recanto qualquer.

Uma delas, com um vestido florido, cabelos finamente presos por uma presilha, um laço envolvendo o pescoço, sapatos de salto. A outra, um pouco mais sóbria, cabelos curtos, sem ser totalmente destoante, mas que se sobressaía na companhia da outra.

Seus rostos eram iluminados pela juventude, e os brilhos nos olhos demonstravam rara felicidade.

Como um céu que desaba em chuva, trovoadas, um grupo de meninos, vestindo roupas enegrecidas pelo sentimento, marcados com tatuagens assustadoras se aproximou do casal e começou a espancar aquela que era o namorado, como se uma vingança sobre ela fosse a justificativa para criticar, agredir uma figura que se acharia totalmente deslocada.

Para a outra couberam empurrões na vã tentativa que fazia de tentar ajudar a companhia amada. Seus gritos se misturavam aos palavrões, eram inertes diante da plateia que assistia estupefata como se visse um espetáculo de horror, num palco aberto na cidade.

Eu não me parecia estar ali, inerte e boquiaberto, acompanhado do tui, tui do whatsapp. Pessoas querendo conversar sobre banalidades, enquanto acontecia a barbárie diante dos meus olhos.

Ensandecido o grupo se afastou, deixando no chão, envolta em uma poça de sangue e desfiguração, outrora quem passeava despreocupada pelas ruas.

A namorada se ajoelhou chorando, com as mãos no peito, a olhar e acariciar o seu amor que era agora uma mistura de sangue, roupas rasgadas e lágrimas a lamentar e a perguntar o porquê de tudo aquilo.

Era a agressão gratuita estirada na calçada, um amor feito em pedaços, depois de confrontar preconceitos, juntando cada ponto da timidez para se expor com liberdade.

Podemos condenar toda e qualquer forma de ódio, mas nenhuma forma de amar, contudo.

 Nilson Lattari é Escritor

 

OFERECIMENTO

 

Sobre o autor

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