Três Pontas tem hoje 58 pessoas com covid-19

Total de casos é de 913; Já são 840 curados! A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (27) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (913), mas também o aumento no número de curados, que chegou a 840. O total de óbitos se mantém em 16 vítimas fatais da doença. Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 913 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 840 já se recuperaram e, infelizmente, 16 vítimas

Divulgada as novas datas de renovação da CNH vencida durante a pandemia

Os documentos vencidos após 19 de fevereiro de 2020, não tinham prazo para serem renovados, agora têm novas datas para regularização O Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) determinou desde março, a suspensão dos prazos e processos para evitar aglomerações nos órgãos de trânsito devido a pandemia do coronavírus. Em junho, a decisão de suspensão de prazos foi mantida através da Resolução 782/20. O Contran revogou esta resolução e a partir de 01 de dezembro, os prazos voltam a contar. Dentre eles está o prazo para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os novos prazos para renovação da CNH, são para

Black Friday: saiba os cuidados que você deve tomar

Planejamento, pesquisa e segurança são algumas das dicas para aproveitar a data com consciência sem cair em enrascadas Uma febre no País desde 2010, a Black Friday (sexta-feira negra, em tradução livre) ocorre sempre na quarta sexta-feira de novembro para renovar os estoques para o Natal. O dia é uma tradição nos Estados Unidos, no qual se realiza grandes promoções na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças. Como no Brasil não se comemora a data, o comércio encontrou um grande impulsionador para o sucesso da data: o pagamento do 13º salário. Mas, para evitar enrascadas, é importante controlar a

UROLOGIA HOJE: AINDA DÁ TEMPO! Novembro Azul alerta para diagnóstico e tratamento do câncer durante a pandemia – DR. FERNANDO GOUVÊA

Ações on-line chamam a atenção dos homens para a saúde, já que 50 mil brasileiros deixaram de receber o diagnóstico de câncer na pandemia Neste ano em que os olhares estão voltados para a pandemia pelo novo coronavírus, muitas doenças continuam existindo e afetando a vida de milhares de brasileiros, entre elas o câncer de próstata. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), somente para 2020 são esperados 65.840 novos casos, porém podem não ser diagnosticados a tempo por conta do isolamento social. No Brasil houve uma queda de 70% das cirurgias oncológicas e uma queda de 50% a

ESTREIA: Coluna “Organize suas Finanças” por Robson Moreira

Organização financeira: por onde começar? Com a COVID19, com tantas mudanças e o ¨novo normal¨, dúvido que você não tenha parado por um período sequer e refletido sobre algum aspecto de sua vida pessoal, sejamos francos tempo não faltou, agora se até o momento não tirou um tempo para você sugiro que o faça, pois estamos passando por mudanças e nas mudanças é que surgem as oportunidades, pense nisso… Se não pensou está aqui, um tema para que você pare um pouco e pense sobre ele, pois no mundo atribulado em que estamos vivendo, a falta de uma educação sobre

BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

Essa não é a primeira crise econômica que o setor cafeeiro atravessa. Visto como um produto que traz alegria às pessoas, a venda se manteve durante a pandemia e as perspectivas são boas para os próximos anos. Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, Bill Murray, presidente da Nacional Coffee Association e Rachel Muller, diretora de cafés Nestlé participaram do painel “Cenário de café pós-pandemia: oferta e demanda” na Semana Internacional do Café 2020 e fizeram uma análise do que esperar nos próximos anos. O café é atualmente o quarto maior produto do agronegócio brasileiro, o país caminha para conquistar 40% da fatia do mercado

Sai mais um resultado: vacina de Oxford tem 90% de eficácia

Saiu mais um resultado sobre a eficácia de vacina contra o coronavírus. O imunizante desenvolvido pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford comprovou eficácia de 90 por cento, de acordo com dados preliminares. O estudo, envolvendo mais de 24 mil voluntários, mostrou que não houve casos graves entre aqueles que receberam a vacina, incluindo nenhuma hospitalização, disseram os pesquisadores. O secretário de Saúde Matt Hancock disse que o Reino Unido tem 100 milhões de doses da vacina encomendadas e espera-se que ela seja lançada no ano novo. “Estamos muito confiantes agora que depois da Páscoa as coisas podem realmente começar a

Nova lei altera regras do Código de Trânsito; Auto Escola Vitória esclarece principais mudanças

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro. Entre outras mudanças, o projeto amplia a validade e o número de pontos da carteira de habilitação. “Uma das principais mudanças feitas no Congresso prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda”, explicou Edson Mello, Diretor da Auto Escola Vitória. O texto sancionado amplia o prazo para a renovação da Carteira de Motorista e dos exames de aptidão física e mental, de

Morre o mito Diego Maradona, maior ídolo do futebol argentino

Eterno camisa 10 da Argentina sofreu uma parada cardiorrespiratória em casa e não resistiu. Ele tinha acabado de completar 60 anos, em 30  de outubro A Argentina parou. Morreu nesta quarta-feira (25) um dos maiores ídolos da história do país, Diego Armando Maradona, aos 60 anos. O advogado Matías Morla confirmou a perda do amigo e cliente. De acordo com jornal argentino Clarín, o ex-jogador teria sofrido uma parada cardiorrespiratória em casa e não resistiu. No começo deste mês, o eterno camisa 10 argentino passou por uma cirurgia para retirada de um coagulo no cérebro e ficou internado por dez dias. Durante o

ACUSADO DE HOMICÍDIO SE ENTREGA À POLÍCIA CIVIL DE TRÊS PONTAS

Popularmente conhecido como “Zé da Titi” estava foragido desde que um homem foi baleado e morto no centro de Três Pontas, em plena luz do dia. O pipoqueiro “Zé da Titi”, como é popularmente conhecido na cidade de Três Pontas, se entregou à Polícia Civil na manhã desta terça-feira (24). Ele era considerado foragido desde que um crime de homicídio foi cometido na Rua Ítalo Tomagnini, no centro da cidade, em plena luz do dia. Nossa reportagem conversou com o Investigador Gustavo Felipe Campos que deu detalhes sobre a investigação e a prisão do acusado de 69 anos de idade.

COVID-19: Boletim Epidemiológico confirma 16ª morte em Três Pontas

Municípío tem hoje 68 pessoas infectadas pelo coronavírus. Total de casos é de 884; Já são 800 curados! A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (23) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (884), mas também o aumento no número de curados, que chegou a 800. O total de óbitos também subiu, já que foi confirmada a 16ª vítima fatal da doença. Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 884 pessoas contaminadas

BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer criada em Harvard é eficaz em 100% dos testes

A notícia do ano! Pesquisadores do Harvard’s Wyss Institute, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram e estão testando uma vacina personalizada e revolucionária contra o câncer agressivo. Chamada de vacina “implantável”, do tamanho de uma aspirina, ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. E uma vez aplicada, ela faz uma reprogramação do sistema imunológico para atacar as células cancerosas, não só naquele local, mas no corpo inteiro. A nova vacina é baseada em biomaterial e combina quimioterapia e imunoterapia para tratar tumores resistentes. Ela foi testada em ratos e “100% deles

Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

Conheci o herói brasileiro das pistas no ano de 1993 – apenas um ano antes de sua morte. Certamente, pela minha tenra idade à época dos seus três títulos mundiais, eu me interessasse muito mais pela Corrida Maluca de Hanna & Barbera do que por Fórmula 1. Devo a minha aproximação a esse gênio das pistas a um vizinho que tinha por aqueles idos dos anos noventa. Fazia pouco tempo que eu morava onde ainda resido e um rapaz e uma moça, recém casados, vieram morar nesta vizinhança também. Ele era fã-incondicional de Ayrton Senna e, de uma feita, numa manhã ensolarada de domingo, sua esposa, que já se tornara amiga de minha mãe, veio perguntar-lhe, em nome do marido, se minha mãe o deixaria assistir as corridas de Fórmula 1 em nossa televisão (preto e branco!), pois eles ainda não tinham uma. Sim! A vida era muito mais difícil 30 anos atrás! Minha mãe generosamente atendeu ao pedido da jovem moça e pouco depois o rapaz chegava à minha casa meio acanhado e eu, meio intrigado com a chegada do estranho que me atrapalharia a ver meus desenhos e o Chaves nas manhãs de domingo no SBT. Como era de costume (e aqueles eram bons costumes!), minha mãe me ordenou que “fizesse sala para a visita” e pediu licença ao rapaz enquanto voltava à cozinha para terminar o almoço.

A corrida começou. Volta e meia o rapaz trocava algumas palavras comigo e eu, como não tinha alternativa, tentava entender as regras daquele esporte chato onde carros ficavam contornando sem parar um circuito cheio de curvas. Às vezes, um ou outro se colidiam, “passavam” uns pelos outros e o narrador se exaltava e gritava o nome de um ou outro piloto. Parecia que ninguém fazia ponto nesse esporte e, obviamente, não tinha “gol”. Era enfadonho!

Não me lembro se Senna ganhou aquela primeira corrida que meu vizinho veio assistir em minha casa. Contudo, a cada duas semanas ele vinha assistir a corrida e eu, lhe fazia sala – ordens de minha mãe – e fui, aos poucos, tomando gosto pelas corridas e pela emoção do narrador ao comemorar as vitórias de Senna.

Naquele ano de 1993, eu assisti tudo o que pude na TV sobre Fórmula 1 e Ayrton Senna. Nas “corridas de bicicleta” depois da escola com os amigos da rua, eu queria ser Senna, embora sempre perdesse, ao contrário do campeão das pistas mundo afora. Naquele ano de 1993, Senna não ganhava mais com a frequência de anos anteriores. Seu carro era muito inferior ao de seus adversários diretos, como o de seu arquirrival Alain Prost, que se tornaria tetracampeão mundial naquele mesmo ano. Todavia, em várias corridas, Senna fez mágica com um carro que deixava muito a desejar para um candidato ao título mundial. O ano de 1993, para Senna, foi o ano em que ele, diversas vezes, provou suas habilidades quase sobre-humanas ao conduzir um carro de Fórmula 1, como na célebre corrida de Donington Park, Inglaterra, quando ultrapassou quatro pilotos, sob chuva, ainda na primeira volta e ganhou de ponta a ponta com esse carro extremamente limitado para o porte de um piloto como ele que almejava o tetracampeonato mundial.

Mas o que tornava Senna tão especial para nós brasileiros e cativava até garotos de 11 anos como eu à época?

Senna entrou de vez para o cenário da Fórmula 1 quando ganhou sua primeira corrida no Estoril, Portugal, em 1985, no ano do fim do regime militar, mas o auge de sua carreira se deu em momentos talvez ainda mais conturbados para o país. Seu primeiro campeonato mundial de Fórmula 1 aconteceu no ano da Constituinte, em 1988, e ele emendou, a partir dali uma carreira curta e estelar, durante os anos tumultuados da hiperinflação, dos escândalos do governo Collor, seus planos econômicos desastrosos e seu impeachment. Some-se a isso os insucessos seguidos do nosso maior orgulho no esporte, a seleção canarinho. Dizem que naqueles tempos, ainda se vivia na pele o trauma da tragédia do Sarriá frente à Itália, em 1982. Então, de repente, nesse cenário desalentador e com poucas perspectivas de um futuro menos tétrico em todos os sentidos, surgiu um jovem rapaz paulistano que pilotava um carro de corrida de maneira magistral e levava o nome do Brasil altivamente aos quatro cantos do mundo, encantando plateias por onde passava. Senna devolvera-nos o orgulho de ser brasileiro. Representava-nos na arena esportiva e fora dela, defendendo, por exemplo, uma melhor qualidade de vida para todos os cidadãos brasileiros a partir da Educação. Ao contrário de muitos “atletas” da atualidade que só se preocupam em fazer caras e bocas em redes sociais, Senna tinha uma postura profissional ímpar e um desejo de vitória inigualável, o que o levou a incontáveis feitos, mesmo quando todas as circunstâncias lhe eram totalmente desfavoráveis e sempre, em todas essas situações, ressalte-se, fazia questão de enaltecer o fato de ser brasileiro, o que lhe rendeu a alcunha de Ayrton Senna do Brasil. Víamos, portanto, em Senna, um arquétipo do que gostaríamos de ser enquanto nação, pois ele vinha “de baixo”, de um país não levado à sério e relegado à condição de terceiro mundo no cenário internacional, teve muitas vezes mil e um obstáculos a impedir o seu progresso, mas se impunha frente a ingleses, franceses, americanos e – por puro mérito do seu profissionalismo e trabalho árduo – alcançava a vitória, ganhando o respeito e admiração até mesmo de seus mais ferrenhos adversários. Em suma, Senna era uma amálgama do inconsciente coletivo do Brasil.

Nosso ás do asfalto foi vice-campeão do mundo ao final da temporada de 1993, vencendo sua última corrida em Adelaide, na Austrália, no dia 07 de novembro daquele ano. Um mês mais tarde, ele deixava a equipe McLaren, onde obteve a maioria de suas vitórias e os seus três títulos mundiais, e assinava contrato com a Williams, que tinha o melhor carro da época. O francês Alain Prost, então piloto da Williams e arquirrival de Senna, deixava a equipe por não querer trabalhar novamente lado a lado com seu desafeto. Quando vi a notícia na TV, exultei de alegria e lembro de dizer à minha mãe: “ano que vem (1994) ninguém ganha do Senna. Será tetra! O melhor piloto no melhor carro.” Infelizmente, o meu vaticínio não se cumpriria, como todos sabemos. Mas não quero terminar este artigo de forma fúnebre. Quero terminá-lo relembrando as façanhas do nosso herói das pistas e evocando a esperança que ele tinha de dias melhores para o nosso Brasil. Que tenhamos a força, a garra e a determinação de Senna, enquanto ele desfilava pelas pistas do mundo, para superarmos todos os problemas do presente e que voltemos às suas memórias, memórias de um eterno herói nacional, como fonte de inspiração.

Senna, você faz muita falta!

Professor Chico

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