SUSPENSÃO DA CNH (CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO OU “CARTEIRA DE MOTORISTA”): NOVAS REGRAS DE PONTUAÇÃO A PARTIR DE ABRIL NO ANO DE 2021. Fique por dentro.

Uma das maiores dúvidas de quem atingiu os 20 pontos é como recorrer da suspensão da CNH. Sem dúvidas, um dos maiores temores de qualquer condutor de veículo é ter sua carteira de habilitação suspensa. No entanto, cometer infrações no trânsito é uma prática que se tornou rotineira aos brasileiros. Acontece que tudo tem limite, e não seria diferente quando o assunto é infração de trânsito. Sendo assim, aquele condutor que infringir as leis de trânsito pode, sim, sofrer um processo administrativo de suspensão da CNH. A idéia da suspensão é reeducar aquele que tem direito de dirigir. Ao longo dos anos, o Código

NA CÂMARA MUNICIPAL: Abertura de Crédito e Emendas Parlamentares garantem investimentos em infraestrutura no município

Projetos incluem caminhão-usina de asfalto, asfaltamento de estrada vicinal e construção de quadra no Bairro Jardim das Esmeraldas. Vereadores votaram com satisfação as propostas da ordem do dia da sessão de segunda-feira (25). Todas com abertura de crédito e de iniciativa do Executivo, porém contando com Emendas Parlamentares dos deputados Diego Andrade e Mário Caixa. As proposituras injetam recursos na infraestrutura da cidade e zona rural, como aquisição de caminhão, asfalto e outras melhorias para a comunidade. A pauta contava com 7 Projetos, porém, bem antes da sessão o Executivo enviou ofício pedindo a devolução do PL 007, de 14

BOA NOTÍCIA: Mais um lote da vacina Coronavac, imunizante contra a Covid-19, chega a Minas Gerais

Um avião da Latam, com a carga de 87,6 mil doses, pousou às 15h20 desta segunda-feira (25). O primeiro carregamento chegou com mais de 577 mil aplicações. Mais um lote de vacinas Coronavac, desenvolvidas pelo Instituto Butantan, em parceria com a empresa chinesa Sinovac, chegou nesta segunda-feira (25) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, na região metropolitana. O imunizante é usado na prevenção da Covid-19. De acordo com a BH Airport, concessionária que administra o terminal, um avião da Latam, com a carga de 87,6 mil doses, pousou às 15h20. A distribuição para as 28 unidades regionais de saúde vai acontecer

Covid-19: Sul de Minas já tem em janeiro mais do que o dobro de casos registrados em dezembro

Mês ainda não acabou, mas número de casos já superaram o mês passado em 109,5%; mortes também aumentaram em 60,8%. O mês de janeiro ainda não terminou, mas o número de casos de Covid-19 registrados neste início do ano no Sul de Minas já é o dobro do que foi observado durante todo o mês de dezembro na região. Até esta terça-feira (26), a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) ja havia registrado 25.293 casos no Sul de Minas neste mês, com 288 mortes. O aumento é de 109,5% de casos em relação a dezembro e 60,8% de mortes em

BOA NOTÍCIA NA EDUCAÇÃO: Começam hoje as inscrições para o Fies 2021

Resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro Começam hoje (26) e vão até o dia 29 de janeiro as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2021. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), este ano o Fies vai oferecer 93 mil vagas. As inscrições podem ser feitas no portal do Fies. O resultado da seleção será divulgado no dia 2 de fevereiro. Em caso de pré-seleção para uma vaga na chamada única do Fies, o candidato terá o período de 3 a 5 de fevereiro de 2021 para complementar sua inscrição. Quem não for pré-selecionado vai automaticamente para a lista de espera. A convocação

PLANTÃO POLICIAL: Ações bem sucedidas da Polícia Militar em Três Pontas nos últimos dias

A Polícia Militar de Minas Gerais, considerada uma das melhores do Brasil, tem usado com frequência as plataformas digitais e, principalmente, o seu site oficial para divulgar as ações em todo estado. Da mesma forma o 24º Batalhão da Polícia Militar sediado em Varginha, que congrega diversas cidades, incluindo Três Pontas, também tem postado diariamente as principais ocorrências em nosso município e no Sul de Minas (https://www.policiamilitar.mg.gov.br/portal-pm/24bpm/principal.action). Todo conteúdo é de responsabilidade da própria PM. Acompanhe as principais ocorrências: MENORES FORAM APREENDIDOS PELA PM APÓS VERIFICAÇÃO DE DENÚNCIA Nesse sábado (23) às 21h em Três Pontas, a Polícia Militar em

Governo Federal aprova auxílio emergencial para 196 mil pessoas

Pagamento será na próxima quinta-feira para quem fez contestação O governo federal vai pagar, na próxima quinta-feira (28), mais de R$ 248 milhões de auxílio emergencial para 196 mil pessoas. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União, após análise das contestações e revisões decorrentes de atualizações de dados governamentais. O grupo de beneficiários inclui cerca de 191 mil pessoas que contestaram a suspensão do benefício no site da Dataprev, entre 7 e 16 de novembro e entre 13 e 31 de dezembro de 2020, além de 5 mil pessoas que tiveram os pagamentos reavaliados em janeiro

Governo divulga calendário de pagamentos do Bolsa Família em 2021

Depósitos ocorrem sempre nos dez últimos dias úteis de cada mês O Ministério da Cidadania divulgou o calendário anual de pagamentos dos benefícios do Programa Bolsa Família para 2021. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União. Em janeiro, o pagamento começou no dia 18 e vai ate o dia 29.   Programa com 14 milhões de famílias inscritas, o Bolsa Família paga os beneficiários conforme o dígito final do Número de Identificação Social. Os depósitos ocorrem sempre nos dez últimos dias úteis de cada mês. As datas já haviam sido divulgadas pela Caixa Econômica Federal, responsável por operar

OLHO POR OLHO: Suposto ‘tarado do Imbiruçu’ é morto a pauladas e pedradas em Betim

Homem suspeito de perseguir mulheres foi encontrado morto na noite dessa segunda-feira (25/1) Um homem de 40 anos foi espancado até a morte na noite dessa segunda-feira (25/1) em Betim, na Grande BH. A ocorrência foi registrada na Rua Itaporã, Bairro Imbiruçu. Segundo a Polícia Militar, ele é suspeito de perseguir mulheres na região. De acordo com os militares, que foram acionados por denúncia anônima por volta de 23h de segunda, a vítima foi encontrada no chão, próximo ao Parque Ecológico Jardim Perla. A perícia concluiu que o óbito foi provocado por agressões com pedaços de pau, blocos de concreto e objetos condundentes. As

Boa Notícia: Governo Bolsonaro dá aval para compra privada de vacinas contra a COVID-19

Aval dado permite que empresas adquiram vacinas para seus funcionários e os vacine gratuitamente. Em carta enviada à fabricante AstraZeneca na sexta-feira (22/01), o governo brasileiro deu aval para que empresas privadas brasileiras possam adquirir um lote de 33 milhões de doses de vacina contra a COVID-19, desde que metade do lote seja doado ao SUS (Sistema Único de Saúde). No documento enviado, o governo envolve o fundo de investimento BRZ na negociação. O texto é assinado pelos ministros Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e José Levi (Advocacia-Geral da União), além de Élcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde. Ainda em cópia, no documento,

Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 31 óbitos.

Ainda há uma morte suspeita ocorrida no dia 30 de novembro sob investigação. Número de casos segue acelerado com 2.033 positivados. Curados já somam 1.586. A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (25) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.033), mas também o número de curados, que chegou a 1.586. O total de óbitos subiu para 31, com a confirmação de mais três mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde. Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso

BOA NOTÍCIA: Estudo inédito indica benefícios do própolis no tratamento da Covid-19

Trabalho feito por pesquisadores brasileiros mostrou que o extrato de própolis reduz em 50% o tempo de internação e diminui danos renais Um estudo brasileiro e inédito indica que o extrato de própolis é benéfico no tratamento da Covid-19. A pesquisa mostrou que a administração da substância em pessoas infectadas é capaz de reduzir em 50% o tempo de internação e diminuir os danos renais. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após avaliar o impacto da substância em 124 pessoas com Covid-19 entre junho e agosto de 2020. Todos os voluntários tinham cerca de 50 anos, comorbidades similares, apresentavam sintomas

ESPECIAL CONEXÃO MULHER: Cultura da violência contra as mulheres está nas raízes do Brasil

Ainda precisamos evidenciar o que é obvio e aceitar que somos um país violento, onde uma diversidade de discursos nos ajuda a construir essa imagem, essa autoimagem que nós temos, perpetuada pela literatura, pela arte e, mais recentemente, pela indústria cultural.

É só refletir sobre comerciais de TV, anúncios de revistas, propagandas diversas. Quantos deles possuem a presença feminina e em quantos deles nós aparecemos como um produto, um corpo prestes a agradar? Isso mostra o quanto a violência simbólica e física contra a mulher na nossa sociedade é invisibilizada por um pacto de silêncio e como ele acaba por encobrir a misoginia e o machismo, protegendo inclusive agressores que permanecem impunes.

O fato é que hoje os mitos que fundaram essa identidade sorridente, dançante e sensual afundaram-se em estatísticas aterrorizantes de estupros, feminicídios e tantas outras violências de gênero que nos golpeiam a cada dia, a cada vez que lemos jornais, vemos os noticiários ou acessamos as redes sociais.

Quando analisamos a nossa história, desde o começo, conseguimos observar que fomos construídos sob a égide da violência, e uma violência de gênero, nesse caso específico, que pesou sobre nós mulheres, desde as primeiras índias violentadas pelos colonizadores, às negras trazidas da áfrica ou às sinhás e suas filhas, que viviam sob o jugo de seus maridos e pais, senhores de engenho e fazendeiros, os homens bons.

É importante perceber que a mestiçagem americana desenvolveu-se associada a um forte componente sexual, fertilizado pela condição de uma ocupação eminentemente masculina, e à presença de corpos femininos nus das índias e das negras africanas, que raramente se ligavam a preceitos religiosos cristãos. Em pouco tempo, essas figuras foram associadas ao genuinamente nacional no século XIX e XX.

A ideologia patriarcal que estruturava as relações sociais no Brasil Colônia dava aos homens poder irrestrito sobre as mulheres, algo que justificava atos de violência cometidos por pais e maridos. Isso disseminou entre os homens, de uma forma geral, um sentimento de posse sobre o corpo feminino, atrelado à ideia de honra masculina. Cabia aos homens disciplinar e controlar os corpos femininos para garantir a ordem.

O Código Filipino, a legislação do período colonial que permaneceu até o século XIX, por exemplo, permitia que o marido assassinasse a esposa em caso de adultério. Era facultativo a pais e maridos o enclausuramento forçado das esposas e filhas, ou recolhimentos em ordens religiosas e sanatórios.


Já o Código Criminal do Império definia como crime sexual o agravo cometido a “mulheres honestas”, um termo que constou no Código Penal de 1940, em vigor até 2003. Nascia assim, no Brasil, o lar como um lugar privilegiado para a prática da violência contra a mulher. Dados do IPEA em 2014 apontam que 24,1% dos agressores das crianças são os próprios pais ou padrastos, e 32,2% são amigos ou conhecidos da vítima.

No século XIX, o Brasil passou por um processo civilizatório e higienizador, onde as mulheres pobres foram duramente atingidas, tanto pela violência do Estado, quanto pela violência já normalizada por seus companheiros. Muitas delas, descendentes de escravos alforriados que migraram para as cidades em crescimento, trabalhavam em casa (como cozinheiras, lavadeiras) e sustentavam as famílias.

Eram mulheres que tinham relevância econômica dentro daquele contexto e foram as mais afetadas pela urbanização das grandes cidades. Como boa parte delas sustentava suas famílias, com a derrubada dos cortiços, elas foram as mais atingidas, pois tinham seus afazeres atrelados à própria moradia. Muitas foram para as ruas, acentuando a repressão policial, além da violência conjugal.

Em paralelo a isso, no século XIX, a medicina social assegurava como características biológicas femininas a fragilidade, o recato, o predomínio das faculdades afetivas sobre as intelectuais, a subordinação da sexualidade à vocação maternal. Em oposição, o homem conjugava à sua força física uma natureza autoritária, empreendedora, racional e uma sexualidade sem freios. (Nada muito diferente do que muitos pensam ainda hoje).

Lombroso, médico italiano do século XIX, argumentava que as leis do adultério só deveriam atingir a mulher não predisposta pela natureza para esse tipo de comportamento. Aquelas dotadas de erotismo intenso e forte inteligência seriam despidas do sentimento de maternidade, característica inata da mulher normal. As que não tinham essa característica eram consideradas extremante perigosas. Constituíram-se, assim, criminosas natas, as prostitutas e as loucas que deveriam ser afastadas do convívio social.

A violência seria marcante então nesse processo de contenção e disciplinamento dos desejos. Torna-se bem evidente aqui que a violência surge da incapacidade de exercer poder irrestrito sobre a mulher. Ela é antes uma demonstração de fraqueza e impotência masculina do que de força e poder.

Por isso, as violações em massa e o assassinato de mulheres, garotas e meninas foi uma característica comum das guerras genocidas, ou de qualquer ação destinada a subjugar e explorar uma população. O controle das mulheres e seus descendentes foi a base de todo regime repressivo em nossa sociedade.

Apenas no século XX, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e o questionamento do lugar de subalternidade, algumas mudanças começam a ocorrer.


A Segunda Guerra Mundial e o desenvolvimento econômico possibilitaram que se aproveitasse uma “mão de obra parada”. Com a inserção das mulheres no mercado de trabalho pós-guerra, há uma virada nas regras e valores sociais (era necessário e urgente contar com a força de trabalho feminina), que conduzem à explosão do movimento feminista na Europa e EUA nos anos 1960 e no Brasil da década posterior.

Muitos estudos começam a surgir hoje sobre a condição feminina no processo de urbanização brasileira entre os séculos XIX e XX, mas existem tão poucos documentos organizados que hoje a nossa maior fonte de pesquisa é a documentação policial e judiciária. Ela nos fornece material privilegiado para fazer vir à tona a contribuição feminina nesse processo histórico. Outro meio interessante de acompanhar as mudanças e permanências da condição feminina é pelo que era veiculado na imprensa.

Um dos primeiros casos que encontramos, está em “O Correio de São Paulo” de 11 de setembro de 1905 e ficou conhecido como “A Rainha do Baile”. Joana Maria Ramos foi esfaqueada na saída de uma gafieira. A vítima foi descrita como “uma dengosa mulata, abundante de formas e de seduções, metida vaidosamente em seu vestido vermelho, com um farto decote e um ramalhete de cravos no bandó engruvinhado.”

Existem vários outros casos midiáticos no país: Lindomar Castilho, “O assassino romântico” de Eliana de Gramond; Sandra Gomide, em 2000, assassinada por Pimenta Neves; Eloá, menina de 15 anos, assassinada pelo namorado; Eliza Samudio, morta por Bruno, goleiro do Flamengo; o caso de Mirella Sena, em 2017, no Recife.

A violência é estrutural e precisa ser combatida não só por leis e em momentos de intensos debates, mas principalmente indo na raiz do problema, focando no desenvolvimento de cidadãos conscientes em relação à igualdade de gênero e nos processos de socialização.

A educação pode formar sujeitos que constroem relações mais igualitárias. É imprescindível, por exemplo, discutir gênero e sexualidade nas escolas. Uma educação não sexista que educa seres humanos, e não ‘princesas’ e ‘heróis’, é fundamental para enfrentar o problema da violência de gênero. No fim, fica uma pergunta simples. Por que a civilização se construiu com a ideia de que somos seres de segunda classe?

Para essa resposta, é fundamental entender o papel que as masculinidades e feminilidades (comportamentos tidos como “naturais” entre os gêneros) cumprem na reprodução da violência. Porque, embora as normas sociais sejam internalizadas em nós desde que nascemos, elas mudam historicamente e podem e devem ser questionadas se trazem resultados negativos.

É urgente combater os retrocessos. Nossa sociedade é composta por discursos, movimentos sorrateiros, ameaças simbólicas imperceptíveis, que constroem esse edifício degrau por degrau, e é preciso estar atento, forte e combativo. Só existe uma possibilidade de mudança: nos perguntar sempre sobre quem se beneficia da cultura da violência contra nós mulheres.

Fonte: Vermelho

*Naymme Moraes é historiadora e doutoranda em Sociologia pela UFPE.

Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

www.facebook.com/conexaotrespontas

12729255_119502638436882_132470154276352212_n

Roger Campos

Jornalista

MTB 09816

#doadorsemfronteiras

Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

0800 941 0808

Sobre o autor

Reply

shop giày nữthời trang f5Responsive WordPress Themenha cap 4 nong thongiay cao gotgiay nu 2015mau biet thu deptoc dephouse beautifulgiay the thao nugiay luoi nutạp chí phụ nữhardware resourcesshop giày lườithời trang nam hàn quốcgiày hàn quốcgiày nam 2015shop giày onlineáo sơ mi hàn quốcshop thời trang nam nữdiễn đàn người tiêu dùngdiễn đàn thời tranggiày thể thao nữ hcm