Outubro Rosa: Eu cuido da minha saúde todos os dias. E você?

O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente. O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da

Dia do Professor: docentes contam como está sendo o preparo para o Enem

Em todo o país, milhões de estudantes se preparam para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 nos dias 21 e 28 de novembro. As datas são importantes não apenas para eles, mas para todos os professores que estão diariamente preparando aulas, corrigindo redações, tentando tornar o conteúdo mais interessante para que os alunos aprendam o máximo possível. Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil conversou com alguns desses profissionais. Em Brasília, o professor de geografia e coordenador da Secretaria de Cursos do Colégio Sigma, Robson Lucas Caetano, junta todas as forças nessa reta final. “Está mais próximo

Clube da Casa Nova Era celebra 24 anos consolidada como uma das melhores lojas do segmento de todo Brasil

Uma empresa que a cada dia inova, se renova e que constrói Nova Era, sem perder suas bases familiares e que privilegia sempre a qualidade, o bom atendimento e o indispensável respeito a cada consumidor/amigo. Assim é o Clube da Casa Nova Era, há 24 anos fazendo história e construindo, em pilares sólidos, uma relação de profissionalismo e de amizade com Três Pontas e região. Localizada a menos de 700m da MG-167, facilitando assim o deslocamento, o escoamento e ainda representando mais economia, a loja matriz conta com 9.000m², oferecendo o mais completo mix de matérias de construção da região.

Histórias de Vida: Professora Tonha Mello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

ELA DEIXOU UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA NOSSA EDUCAÇÃO. O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Professores, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história da querida e eterna Professora Tonha Mello. Maria Antonieta Mello Reis, popularmente chamada de Tonha Mello, nasceu em 12 de junho de 1943. É filha de

HISTÓRIAS DE VIDA: Professor João Victor Mendes é homenageado pelo Conexão Três Pontas

“O sonho da faculdade é real!” O EDUCADOR É UM DOS RESPONSÁVEIS PELA VINDA DO GRUPO UNIS PARA TRÊS PONTAS. O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história do querido professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça. João Victor Mendes de Gomes e Mendonça nasceu em 30 de

NINGUÉM TEM O ARSENAL COMPLETO – Por Juarez Alvarenga

Na vida não existe conquista sem lutas. Nós, seres humanos, somos resultados de como defendemos nossos interesses. Para isto é necessário que tenhamos armas suficientes para nossas guerras diárias. Quando crianças, possuímos brinquedos representativos, e na maturidade, devido a seriedade em que a vida toma, aprendemos a manusear estes perigosos instrumentos, para nos proteger e depois atacar. A espontaneidade nascida da simplicidade, onde existe um campo de dádivas que não precisa de armas, pois há uma reciprocidade mágica e uma convivência saudável, o que vêm desaparecendo com a entrada deste novo milênio. O homem moderno só é domado pela racionalidade.

5 MOTIVOS PARA FAZER UM TESTAMENTO – Dr. Gabriel Ferreira

1. Liberdade Para beneficiar quem não receberia herança Ou seja, o artigo 1.829 do Código Civil, estipula a ordem familiar de pela qual deve acontecer a sucessão. Com o instrumento de testamento o autor pode dispor com quem deve ficar parte de seus bens, seja para um familiar (por exemplo, um sobrinho que não estaria na ordem de sucessão), ou um amigo ou ainda até mesmo para uma instituição. 2. Evitar brigas entre os herdeiros Se o testamento for elaborado conforme o que dispõe a lei, sem ultrapassar a legítima ou prejudicar nenhum sucessor, ele garantirá a segurança aos herdeiros

Fiéis celebram 304 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

CONEXÃO RELEMBRA A HISTÓRIA DA IMAGEM VENERADA EM TODO PAÍS Era outubro de 1717, quando três pescadores – João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia – ficaram encarregados de conseguir peixe para a festa que a Vila de Santo Antônio de Guarantinguetá iria oferecer ao governante da capitania hereditária de São Paulo e Minas de Ouro, que estava de passagem pela região. O problema é que, naquela época, não era tempo de peixe naquele mês. Após várias tentativas puxando a rede no Rio Paraíba do Sul, um pedaço do corpo de uma imagem de Nossa Senhora Conceição apareceu para os pescadores.

COMENTANDO… Pra onde caminha a Humanidade?

Um fato triste, lamentável, me chamou a atenção na manhã de hoje; uma notícia de um artista de rua, um pai de família em busca do honesto sustento, atacado com “ovadas” desferidas não apenas por um covarde, mais por um símbolo da falta de amor ao próximo, de respeito e de empatia.   Um músico de rua, de 20 anos, foi atacado com ovadas quando tocava violoncelo em uma rua movimentada de Santos, no litoral de São Paulo. O artista viaja de cidade em cidade tocando nas ruas e em comércios para sustentar o filho pequeno. O instrumento, atingido pelos

BOA NOTÍCIA: Três Pontas não registra nenhuma morte por covid-19 há quase 1 mês

Último óbito por complicações decorrentes do coronavírus foi divulgado pela Secretaria de Saúde no boletim do dia 13 de setembro. A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (08) trazendo o aumento no número de contaminados, bem como no número de curados. O total de óbitos não voltou a subir. Não houve o registro de nenhuma morte por covid-19 nos últimos 25 dias. Quase um mês sem nenhum novo óbito por complicações do coronavírus. A variante Delta, que já foi confirmada no Sul de Minas, ainda não chegou oficialmente em Três Pontas. Inegavelmente os números

Governo cria programa de resgate da fauna silvestre

Resgate+ tem ações de atendimento e assistência a animais silvestres Portaria do Ministério do Meio Ambiente instituiu o Programa Nacional de Resgate de Fauna Silvestre. O Resgate+ tem, entre suas finalidades, a adoção de medidas visando afugentamento, resgate, atendimento e assistência de animais silvestres em situação de risco e vulnerabilidade nos seis biomas do país. A portaria foi publicada no último dia 6 no Diário Oficial da União. O atendimento (primário e emergencial), citado pela Portaria nº455, deverá ser feito por médico veterinário. Ainda no âmbito das metas do Resgate+, figuram a redução da perda de biodiversidade da fauna em

Feriadão de 12 de Outubro será chuvoso em boa parte de Minas; veja previsão

Em Três Pontas Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças será de chuva As famílias que planejaram um Dia das Crianças ao ar livre terão que repensar os planos. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o feriado prolongado será de chuva em boa parte do estado. Em Belo Horizonte, a chuva começou na sexta-feira (8/10) e só deve parar na terça-feira (12/10). A previsão para a capital mineira é de céu com muitas nuvens e chuva forte. A temperatura deve cair, com máxima de 17ºC e mínima de 13ºC na terça-feira. A máxima do feriado será sábado,

Hummmm. Sabia que hoje, 17 de agosto é comemorado o Dia do Pão Queijo?

Conexão desvenda a história do maior símbolo da gastronomia dos mineiros.

Por incrível que pareça, não existe registro nenhum sobre como foi criada uma das maiores delícias gastronômicas de Minas Gerais que é uma unanimidade em todo o país: o pão de queijo. Segundo pesquisadores, o quitute surgiu no século 18, com base nos pães fabricados pelos portugueses. Como a farinha de trigo, quando chegava ao Brasil, era de baixa qualidade e imprópria para o consumo, valeu aquela máxima do ditado: quem não tem cão, caça com gato. Como o uso da mandioca era grande em suas várias texturas, passaram a fazer o pão com a fécula da mandioca, ou seja, polvilho. Porém, isso só se tornou popular no Brasil nos anos 1950.

Segundo o historiador Caio Prado Júnior, o surgimento da iguaria se deu na época do início da mineração, a partir de 1700. “Faltava comida para alimentar tanta gente atraída pelas jazidas descobertas próximo de Ouro Preto. Ocorreu um rush populacional de grandes proporções, relativamente mais acentuado e violento que o verificado na conquista do oeste norte-americano. Cerca de 1/5 dos brasileiros – a grande maioria, escravos – ocupou, em poucos decênios, um imenso território, deslocando o eixo econômico da Colônia rumo ao Sudeste”, relata.

“Por causa do afluxo dessa gente, o ciclo da mineração provocou um estímulo à produção de alimentos básicos. Do Nordeste e das regiões mais próximas se obtinham o feijão, o arroz, o milho e seu fubá, o porco e a banha, o leite e o queijo, a mandioca. Áreas mais longínquas, como o pampa gaúcho, passaram a oferecer carne de charque. Nesse ambiente surgiu o pão de queijo, inicialmente, dizem, oferecido pelas escravas aos senhores das fazendas. Ocorre que dificilmente se encontrava, naquelas paradas, a farinha de trigo, matéria-prima da panificação clássica. Típico das regiões temperadas, o milenar cereal nunca combinou com o calor do Nordeste brasileiro, e era então importado da Europa para aqui servir aos fidalgos do rei. Criativamente, as cozinheiras mineiras substituíram o inexistente trigo pelo polvilho, derivado da mandioca, tubérculo com origens tupiniquins. Acrescentaram na massa lascas de queijo curado, endurecido e ralado, e, levada ao forno, e pela semelhança recebeu o nome de pão”, explica Caio.

Outro estudioso criou uma teoria que parece bem pertinente, e se tomarmos como base a explicação de Caio, é bem plausível. Ele acredita que o pão de queijo deve ter sido criado pelos escravos, que usaram a farinha da mandioca como base para se fazer um pão. Nas fazendas de queijo, durante o processo de confecção do produto, é preciso fazer várias raspagens no queijo até que ele cure, e esta raspa era queijo e provavelmente os escravos, para não desperdiçar e criar mais uma comida para eles, inseriram este resíduo na massa do “pão” e o resultado foi o surgimento do pão de queijo. Com o resultado tão positivo, devem ter servido para os senhores da casa grande. Ou seja, o pão de queijo nasceu da mistura de raças – portugueses, índios e negros –, assim como toda a população brasileira.

Com o passar dos anos, as receitas foram se aprimorando e no lugar das raspas de queijo, passaram a colocar as sobras dos queijos, quando esses ficavam duros e difícil para o consumo. O resultado, um pão macio e com um forte sabor de queijo. Infelizmente, com o passar dos anos, a tradicional receita acabou sendo modificada e para baratear reduziu-se muito a quantidade de queijo na iguaria. Quem não se lembra dos pedacinhos de queijo aparecendo douradinhos no pão de queijo que era servido? Hoje, isso é coisa rara. Outro passo que foi alterado é o escaldo, nunca se imaginou fazer este pão com massa fria. Infelizmente, várias pessoas já fazem neste novo processo, o que reduz muito a qualidade e o sabor da massa.

Desde que o pão de queijo foi “inventado”, tornou-se tradição no estado as mães ensinarem suas receitas para as filhas, e assim sucessivamente. Talvez seja por isso que existem uma centena de milhares de receitas de pão de queijo. Em cada região de Minas, em cada cidade e em cada casa a receita tem um toque diferente. A base é o polvilho azedo ou o doce, ovos, sal, óleo (ou algum tipo de gordura), queijo, leite ou água. Algumas pessoas também misturam os dois tipo de polvilho, porém, o mais usado é o azedo. O que dá a característica principal do produto final é o fato de ter a sua base no polvilho de mandioca e algum tipo de queijo. A diferença dos dois tipos é na consistência e textura do produto final. O doce forma uma massa mais compacta e sabor mais suave. Já o polvilho azedo ressalta o sabor do queijo e forma as bolhas de ar durante o assamento, dando sua característica aerada. A gordura, óleo ou manteiga funcionam como um lubrificante contribuindo para a textura elástica do pão. O ovo dá cor e sabor e os queijos, sabor e textura. (veja na página 4 deste caderno, os tipos de queijo que podem ser usados para se fazer um bom pão de queijo).

O mais tradicional processo de feitura – e também o que dá um resultado mais saboroso – , é a massa escaldada, quando se usa água (ou leite) fervente, no polvilho. Algumas pessoas misturam a gordura ao líquido quente. Este processo de escaldamento faz um pré-cozimento na massa.

Mesmo com todas essas pequenas diferenças uma coisa é inegável, pão de queijo bom é pão de queijo mineiro e deveria virar patrimônio imaterial de Minas Gerais, assim como foi feito com o queijo canastra, pois esse pequeno pão, redondo e clarinho, que enche o ambiente de perfume quando está assando, já se tornou mania nacional.

PELO MUNDO Alguns países da América Latina possuem pães com receitas semelhantes à do pão de queijo mineiro. Na Colômbia, recebe o nome de pan de bono ou pandebono, e seu formato é achatado. A textura é esponjosa, de baixa densidade, e endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado, que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil.

Já no Paraguai e na Argentina, a chipa – que possui formato de “U” –, tem receita bem semelhante, nome que também é utilizado no estado do Mato Grosso do Sul. No Equador, existe o pan de yuca, que tem os mesmos formato e textura do pão de queijo brasileiro, e a tradição é comê-lo acompanhado de iogurte de frutas. O pão de queijo ultrapassou as fronteiras: nos Estados Unidos, em Portugal, na Itália e até no Japão já se aprecia a delícia nas cafeterias. Culinária caipira vestida de chique, sem perder o importante estilo.

PÃO DE QUEIJO MINEIRO

O verdadeiro pão de queijo mineiro que traz um intenso sabor de queijo não se encontra facilmente no mercado, porém, muitas mulheres do interior ainda têm a tradicional receita de família, como é o caso de Rosilene Patrus. Outra receita que daremos aqui é da  A Pão de Queijaria, porém não é a mesma receita usada por eles, mas uma bem próxima. E por último uma receita para as pessoas fitness, desenvolvida por Viviane Almeida, do Doce Saúde Fit, feito com batata-doce, chia e linhaça, com menos de 1g de gordura em sua preparação.

Pão de queijo de batata doce

4 Ingredientes

30g de batata-doce cozida e amassada; 1 colher de sopa de chia; 1 colheres de sopa linhaça dourada; 1 colher de sopa de manteiga derretida ou azeite; 1/2 colher de café de sal rosa; 2 colheres de sopa de leite; 1 xícara de ricota ralada ou desmanchada nas mãos ;10 colheres de sopa de polvilho doce; 2 ovos

Modo de fazer 

Coloque os ovos, o leite e a manteiga em uma bacia de vidro, mexa bem, acrescente a batata-doce, a chia e a linhaça. Mexa novamente, e acrescente a ricota aos poucos, mexendo sempre e acrescente o polvilho aos poucos, de três em três colheres. Molde a massa com as mãos, quando desgrudar das mãos é o ponto para enrolar. Coloque numa forma untada e asse em forno preaquecido em 180 a 200 graus por 40 minutos ou até dourar.

Pão de queijo da Rosilene Patrus

Ingredientes

1kg de polvilho doce ou azedo; 1 copo grande de leite (use como medida um copo de requeijão para todos os ingredientes líquidos); 1 copo grande de água; 1 copo grande de óleo; 1 colher de sopa de sal; 8 ovos;½ queijo canastra curado e ralado grosso

Modo de fazer

Colocar a água, o sal, o leite e o óleo para ferver. Cuidado com o sal porque o queijo já é salgado. Assim que ferver, escaldar polvilho. Esperar o polvilho esfriar e colocar os ovos aos poucos. Por último, colocar o queijo ralado. Sovar bem – cerca de 15 minutos –, até desfazer os grumos do polvilho e a massa começar a soltar da vasilha. Untar as mãos para
enrolar. Assar em forno preaquecido a 200 graus. Dica: Em vez de enrolar, ponha a massa na forma em colheradas, o queijo ficará mais evidente e crocante.

Fonte Uai

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Roger Campos

Jornalista

(MTB 09816)

 

Sobre o autor

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