ATENÇÃO: Voluntários podem se candidatar aos testes para nova vacina Butanvac

CONEXÃO MOSTRA CAMINHO PARA VOCÊ SE INSCREVER; VEJA CRITÉRIOS. Está aberto o pré-cadastro para as pessoas que queiram participar da fase de testes da nova vacina brasileira contra Covid-19, a Butanvac. Na última semana, a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, deu autorização para testes clínicos do imunizante em humanos. O estudo clínico inicial vai avaliar se a vacina é segura e qual a quantidade de doses suficiente para a vacinação. “O Butantan não faz o cadastro, mas faz o pré-cadastro no sentido de encaminhar as informações ao centro que vai desenvolver o estudo. O que vai ser avaliado

BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde na vacinação e aplica 2,5 milhões de doses em 24h

A vacinação finalmente entrou no ritmo esperado pela população. O Brasil bateu recorde nesta quinta, 17, com 2,5 milhões de doses aplicadas em 24h, e bateu a marca anterior, de 1,7 milhão registrada em abril.  A informação é do Ministério da Saúde. No total foram aplicadas agora 2.561.553 de doses de imunizantes num só dia. Foi a maior quantidade desde o início da campanha contra a Covid-19, em janeiro. Balanço da vacinação no Brasil A primeira dose já foi aplicada em 60 milhões de pessoas, o que 28,17% da população brasileira. A estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

SUCESSO: Cocatrel acumula resultados positivos nas duas feiras realizadas em 2021

As Feiras Cocatrel de Negócios alcançaram o montante de R$76 milhões em negociações Neste ano, as feiras realizadas pela Cocatrel, de maneira virtual, mantiveram a animação dos cooperados em conseguir bons negócios durante os eventos. A mais recente, a Expocafé, que aconteceu entre os dias 18 e 21 de maio, incluiu palestras, debates, dicas técnicas, apresentação de novas tecnologias e estandes virtuais para exposições e comercializações de equipamentos e insumos para a cafeicultura. A Cocatrel finalizou a feira com o expressivo resultado de R$50 milhões em negócios. Além disso, o grupo Cafeína Cocatrel teve destaque no evento Expocafé Mulheres, que foi um quadro

A importância da criação de um testamento para evitar conflitos familiares – Dr. Gabriel Ferreira

Quando se fala sobre testamento é compreensivo que as pessoas fiquem incomodadas com o assunto, visto que a morte de um familiar querido é sempre algo delicado e instável na vida de uma família. O fato de muitos não gostarem de falar sobre esse tema leva as pessoas a evitarem a todo custo mencionar sobre testamento com seus familiares. Mas, esse comportamento de esquiva pode gerar consequências, como a falta de organização e conflitos familiares no momento após a morte. E sabemos que, o momento de despedida não é oportuno para brigas e discussões sobre heranças e bem material. Portanto,

BOA NOTÍCIA: Governo de Minas divulga calendário de vacinação contra Covid por idade; veja datas

Expectativa é o Brasil receber mais 38 milhões de doses ainda neste mês de junho. O secretário de estado de Saúde de Minas Gerais, Fábio Bacheretti, divulgou o cronograma de vacinação contra a Covid-19 por idade na manhã desta terça-feira (15). A previsão é que pessoas até 18 anos recebam a primeira dose até outubro, como já havia sido anunciado anteriormente. Veja o cronograma anunciado: Junho – pessoas de 55 a 59 anos Julho – pessoas de 50 a 54 anos Agosto – pessoas com 35 anos a 49 anos Setembro – pessoas com 25 a 34 anos Outubro – pessoas de 18 a 24 anos “Isso tudo

NA CÂMARA: Projetos aprovados viabilizam recursos para combate à Covid-19 e mais 3 km de asfalto em estrada vicinal

Mais uma sessão da Câmara foi marcada pela aprovação de recursos financeiros para o combate ao Coronavírus e ao desenvolvimento do município. Assim podemos definir a reunião dos vereadores de segunda-feira, dia 4 de junho, quando foram aprovadas cinco proposituras durante a sessão plenária da Câmara. Antes do pequeno expediente, o vice-presidente Antônio do Lázaro pediu a inclusão de dois Projetos, um em Caráter de Urgência. Projeto de Lei nº 092 e Projeto de Lei nº 091, o primeiro com recursos para ampliação de leitos de UTI na Santa Casa e recursos para a secretaria de Obras e o segundo

BOA NOTÍCIA: Vacina Novavax anuncia eficácia de 93,2% contra variantes

A empresa Novavax, anunciou nesta segunda, 14, resultados de um ensaio clínico que mostra 90,4% de eficácia geral de sua vacina contra infecções sintomáticas por COVID-19 e 100% de proteção contra doenças moderadas e graves. O estudo foi feito com 30.000 pessoas nos EUA e México e publicado na revista científica Science. A vacina, que usa uma tecnologia diferente das vacinas COVID-19 autorizadas até agora, apresentou resultado contra oito variantes virais de interesse e preocupação, com eficácia de 93,2%. E o estudo diz que a vacina é segura e bem tolerada. “Esta vacina parece fenomenal. Estou entusiasmada com esses resultados ”,

‘Eu amo meu próximo’: ação ajuda crianças que perderam pais na pandemia

Um projeto emergencial tem ajudado crianças e adolescentes órfãos da pandemia. São jovens que perderam os pais para a covid-19 e agora estão sem um tutor legal. A ideia partiu da diretora do Instituto de Pesquisa e Ensino para o Desenvolvimento Sustentável (Ipeds), Glauce Galúcio, e contou com a ajuda de acadêmicos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da Universidade Paulista (Unip), que são voluntários do Ipeds. Batizado de “Eu amo meu próximo”, hoje já são 148 crianças cadastradas, que recebem cesta básica, além de outros suportes para os atuais responsáveis. Cadastro de beneficiados O “Eu amo meu próximo”

Covid-19: Três Pontas começa a semana com a confirmação de mais 7 óbitos

Desde o início da pandemia o cenário atual é o mais assustadoramente acelerado em relação ao número de mortes. A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (14) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (97 a mais), mas também o número de curados (109 a mais). O total de óbitos subiu com as confirmações de novas 7 mortes do boletim da última sexta-feira (11) para o de hoje (14). A gravidade dos novos casos também é um, fator preocupante. Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em

ALERTA DE MUDANÇA BRUSCA DE TEMPERATURA: Terça, dia 22, poderá ter a menor temperatura do ano em Três Pontas, com apenas 6 graus.

De acordo com o renomado portal especializado em temperaturas, o Clima Tempo, a previsão para os próximos dias é de temperaturas baixas na cidade de Três Pontas, com temperaturas máximas em torno dos 22 graus e a mínima em torno dos 10 graus. A exceção é a terça-feira da semana que vem, dia 22 de junho, que tem a máxima prevista em 21 graus e a mínima em gelados 6 graus. O céu fica aberto, sem nuvens e sem possibilidade de chuva. O vento atingirá 18 km/h e a umidade relativa do ar oscila entre 37 e 86%. O frio

Brasil começa com o pé direito na Copa América

Brasil ganhou da “remendada” Venezuela por 3 a 0. O Brasil venceu a Venezuela por 3 a 0 neste domingo, no Estádio Mané Garrincha, pela estreia na Copa América. O gols foram marcados por Marquinhos, Neymar e Gabigol. O Brasil foi amplamente superior à Venezuela e desperdiçou oportunidades para alcançar um placar ainda mais dilatado. Os visitantes não criaram nada. Líder das Eliminatórias, o Brasil já seria favorito contra a penúltima colocada, e o surto de covid-19 da “Vinotinto” só intensificou o desnível. O adversário só teve sete atletas no banco de reservas. O Brasil voltará a campo para enfrentar o

JUSTIÇA: Vale terá de pagar R$ 1 milhão por cada empregado morto em Brumadinho

Dinheiro deverá chegar aos familiares, mas decisão ainda cabe recurso; Mineradora disse que vai analisar a decisão. A Justiça do Trabalho condenou a Vale a pagar R$ 1 milhão por danos morais para cada empregado da mineradora que morreu no rompimento da barragem ocorrido na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Os valores deverão ser destinados aos espólios das vítimas e a seus herdeiros. A decisão foi tomada na última segunda-feira (7) no âmbito de uma ação civil pública movida em janeiro pelo Sindicato Metabase Brumadinho. É uma sentença inédita em ações judiciais envolvendo a tragédia. Até então, a

Menos roubos e mais feminicídios: como a pandemia influenciou a violência no Brasil

O levantamento Anuário de Segurança Pública mostra mudanças nos dados da violência no Brasil no contexto da pandemia de COVID-19: crimes contra o patrimônio diminuíram, mas os assassinatos voltaram a subir.

Uma mala e outras pequenas bolsas ficaram sobre a cama. Para a polícia, o quarto desarrumado era um indício de que Rosana* estava de saída. Mas não deu tempo. Seu marido invadiu a casa antes, quebrando o cadeado da porta. O boletim de ocorrência (BO), produzido pela Polícia Civil de Mato Grosso, narra que Rosana, de 46 anos, ainda tentou se trancar no quarto. Mas o marido, de espingarda, disparou contra a esposa, atingindo-a no lado esquerdo do peito. Ela ainda se sentou na cama, colocando a mão no local do tiro. Segundo vizinhos, em meio aos tiros, o suspeito ainda gritou: “É, Rosana, eu já te amei…”

Esse feminicídio ocorreu em agosto deste ano, durante a pandemia de COVID-19, em uma cidade do interior de Mato Grosso. O principal suspeito do crime, segundo a investigação, é o marido da vítima, que fugiu. Ironicamente, o assassinato aconteceu no mesmo mês em que a polícia, coletivos e conselhos de direitos humanos faziam campanha para diminuir a violência doméstica no contexto do isolamento social, no chamado Agosto Lilás.

No primeiro semestre deste ano, os feminicídios aumentaram 2% no país em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O relatório é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a partir de dados fornecidos por secretarias estaduais.

De janeiro a julho, 648 mulheres foram assassinadas no Brasil em episódios classificados como feminicídio — quando o crime é motivado por violência doméstica ou discriminação por gênero.

Para especialistas e profissionais que atuam no combate a esse tipo de crime, o isolamento social fez aumentar os delitos cometidos dentro de casa, como agressões, abusos e assassinatos. Isso teria ocorrido por causa de uma maior proximidade entre vítimas e agressores, além de uma maior dificuldade de realizar denúncias.

Mas outros tipos de crimes também foram influenciados pela pandemia, segundo o relatório. Alguns deles, como roubos, diminuíram consideravelmente. Já outros, como homicídios, voltaram a crescer depois de um período em queda.A BBC News Brasil listou alguns desses delitos. Confira abaixo.

1 – Feminicídio em alta, registros de violência doméstica em queda

Os dados de violência doméstica parecem contraditórios. Enquanto os feminicídios aumentaram 2% e as chamadas de emergência subiram 3,8%, os registros de agressões feitos em delegacias diminuíram 10% no primeiro semestre deste ano.

“É preciso tomar muito cuidado ao analisar esses dados, porque eles indicam claramente que houve um aumento da violência doméstica durante a pandemia, mas também um crescimento da subnotificação”, explica Silvia Chakian, promotora de Justiça na área de violência doméstica contra mulher do Ministério Público de São Paulo.

Segundo ela, a alta de assassinatos de mulheres e ligações de emergência à polícia indicam uma intensificação das agressões. “Normalmente, a vítima ou alguma testemunha liga para a polícia quando a situação fica violenta. No caso do feminicídio, é mais difícil haver subnotificação, embora em alguns lugares a polícia ainda tenha dificuldade para classificar esse crime”, diz.

Por outro lado, a queda dos boletins de ocorrência apontam uma dificuldade maior das vítimas em conseguir formalizar uma denúncia à polícia, segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Antes da pandemia, as ocorrências só eram produzidas pessoalmente, na delegacia. Em alguns Estados, isso continua.

“Com as medidas de isolamento social, as mulheres em situação de violência ficaram confinadas com os agressores, sem possibilidade de sair de casa, e de circular para ir até uma delegacia. Além disso, a pandemia afetou também a polícia, com inúmeros casos de agentes afastados por doença, gerando uma alteração no atendimento das delegacias”, diz.

Para Silvia Chakian, medidas como boletins de ocorrência produzidos pela internet facilitam as denúncias. “Na pandemia, o Estado de São Paulo abriu a possibilidade de BO online, mas essa não é uma realidade no país inteiro. As pessoas não conseguem denunciar. É preciso fortalecer esses canais para facilitar que mulheres em situação de violência possam pedir ajuda”, diz.

2 – Homicídios voltaram a crescer

Nos últimos dois anos, o número de crimes contra a vida no Brasil estava em queda. As mortes violentas intencionais (MVI), por exemplo, tinham caído 17,7% no ano passado, em comparação com 2018 — no total, 47.773 pessoas foram assassinadas no país em 2019.

Mas agora o cenário se inverteu. Esse tipo de crime cresceu 7,1% nos primeiros seis meses de 2020, quando 25.712 pessoas foram vítimas de mortes violentas intencionais — uma morte a cada 10 minutos.

Em parte, o crescimento foi puxado pelo Ceará, que registrou 96,6% de alta em relação ao ano anterior. O Estado viveu, no início do ano, uma grave crise de segurança pública, quando policiais militares ficaram em greve por 13 dias.

Para Luiz Fábio Paiva, professor de Sociologia e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará, a pandemia também teve uma influência na produção de homicídios.

“Em relação ao Ceará, a pandemia chegou num momento em que havia uma reorganização do crime e um reajuste da relação de forças entre as facções criminosas. A pandemia mudou a dinâmica econômica dos mercados ilegais. Os grupos armados tiveram que fazer ajustes em sua atuação, inclusive para sobreviver durante a pandemia, o que pode ter gerado tensões e incremento de conflitos”, explica.

Samira Bueno concorda que a alta de homicídios pode ter a ver com mudanças provocadas pela covid-19. “A pandemia mexeu com os negócios ilícitos, como o tráfico de drogas, que precisou se adaptar. É possível que o tráfico tenha tido mais dificuldade para se reabastecer, ou novas disputas tenham ocorrido. Algo pode estar acontecendo nesses mercados, e é provável que só saibamos o que ocorreu no futuro”, explica.

Por outro lado, as mortes em decorrência de operações policiais também cresceram — 6% nos primeiros seis meses do ano, com 3.181 vítimas. Os policiais também morreram mais neste período — foram 110 novas mortes, alta de 19,6%.

3 – Menos assaltos a casas e comércio

Já os crimes contra o patrimônio tiveram uma queda considerável no primeiro semestre deste ano.

Roubos a pedestres, por exemplo, diminuíram 34%, segundo o Anuário da Segurança Pública. Assaltos a carros caíram 22,5%, e roubos de cargas, 25,7%.

Já os assaltos a residências registraram uma queda de 16%, enquanto houve 18,8% menos roubos ao comércio.

“A diminuição dos crimes contra o patrimônio é uma clara influência da pandemia. Como o comércio estava fechado e havia menos pessoas circulando nas ruas durante a fase mais restrita da quarentena, os criminoso tiveram menos oportunidades para agir. O isolamento dificultou a ação de pessoas que atuam nessa área”, explica a pesquisadora Samira Bueno.

4 – Polícia rodoviária apreendeu mais drogas

Outra estatística possivelmente afetada pela pandemia de covid-19 foi a apreensão de drogas ilegais.

A Polícia Federal (PF), que fiscaliza aeroportos, fez menos apreensões de drogas, provavelmente por causa da diminuição do número de voos. Porém, o volume de maconha apreendido quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 217 toneladas. Em relação à cocaína, houve uma queda de 2,3%.

Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atua em estradas e rodovias, aumentou bastante suas apreensões. No primeiro semestre, o volume de cocaína apreendida pela PRF cresceu 56,7%, atingindo 14 toneladas. Já a quantidade maconha presa pelo órgão aumentou 128%, chegando a 316 toneladas.

Para Samira Bueno, um fluxo menor na quantidade de carros e caminhões nas estradas pode ter influenciado o incremento das apreensões.

“Com isolamento social e rodovias mais vazias, a PRF conseguiu ser mais efetiva na fiscalização. Uma hipótese que trabalhamos também é que, com menos voos, houve uma diminuição do tráfico por esse meio, e um aumento do transporte de drogas por vias terrestres”, afirma.

Para Marcelo Campos, professor da UFGD e do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, da Universidade Federal Fluminense, o aumento das apreensões não significa que o uso de drogas ilegais tenha caído.

“Esse aumento de apreensões ocorre há certo tempo, mas não há uma correlação de que apreender mais diminua o uso, como mostrou a guerra às drogas nos Estados Unidos. Um horizonte de mudança na política de drogas e no proibicionismo, como vem ocorrendo em vários locais dos Estados Unidos, é o que nos faz ter esperança (de diminuição da violência), e não o aumento de apreensões”, afirma.

Fonte G1

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Roger Campos

Jornalista

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